quarta-feira, 26 de junho de 2013



Nem sempre percebemos, mas estamos em contato com as funções no nosso dia a dia, por exemplo:

Quando assistimos ou lemos um jornal, muitas vezes nos deparamos com um gráfico, que nada mais é que uma relação, comparação de duas grandezas ou até mesmo uma função, mas representada graficamente.
Para que esse gráfico tome forma é necessário que essa relação, comparação, seja representada em uma função na forma algébrica.

Para dar início ao estudo de função é necessário o conhecimento de equações, pois todo o desenvolvimento algébrico de uma função é resolvido através de equações.
Canais de Funções




A importância do estudo de função não é restrita apenas aos interesses da matemática, mas colocado em prática em outras ciências, como a física e a química.e biológia
Na matemática, o estudo de função é dividido basicamente em:
  • Características, tipos e elementos de uma função.
  • Função do primeiro grau.
  • Função do segundo grau.

Tipos de Funções, Funções de 1º e 2º Grau



             Aplicações das funções elementares da matemática na biologia


      Biologia e a matemática tem grande relação. A biologia tem muitos e interessante problema, a matemática modela estes problemas e então a biologia testas esses modelos.
      A função da matemática aplicada à biologia é explorar a relação natural que existe entre a biologia e matemática.
       O conceito de função surge de maneira natural e espontânea toda vez que consideramos duas grandezas que estejam relacionadas entre si, de maneira que a cada valor de uma delas corresponda um único valor da outra: assim relações funcionais ocorrem em todos os ramos do conhecimento.
        Em Ciências Biológicas, também é bastante conveniente. Expressar este tipo de correspondência entre quantidades variáveis, como se pode observar nos exemplos seguintes.
         Se pode observar nos exemplos seguintes: o tamanho de uma população varia com o tempo a taxa de crescimento de um tecido canceroso relaciona-se com o efeito do tratamento radiativo e a amplitude dos impulsos elétricos gerados no músculo cardíaco também e função de tempo

          Você sabia que em vários acontecimentos cotidianos, podemos atribuir que um fato acontece com mais ou menos intensidade a depender de outros que possam a vir ocorrer? É como se fosse uma relação de causa e efeito. É isso aí! As funções representam um tipo de relação especial entre  acontecimentos

domingo, 16 de junho de 2013

INSULINA

A insulina é um hormônio sintetizado no pâncreas, que promove a entrada de glicose nas células e também desempenha papel importante no metabolismo de lipídeos e proteínas. Existem algumas patologias relacionadas à função da insulina no corpo, como: diabetes, resistência à insulina e hiperinsulinemia.
Atuação no organismo
Os carboidratos que ingerimos através dos alimentos (pão, massas, açúcares, cereais) são mais rapidamente convertidos em glicose quando precisamos de energia. Entre as refeições, o fígado libera a glicose estocada para a corrente sanguínea e dessa forma mantém os níveis normais de glicose no sangue.
Para a glicose penetrar em cada célula do corpo é necessário que haja insulina circulante, que faz com que o hormônio chegue aos receptores de insulina nas células.
Quando a glicemia (taxa de glicose no sangue) aumenta após uma refeição, a quantidade de insulina também aumenta para que o excesso de glicose possa ser rapidamente absorvido pelas células.
Alguns estudos verificaram que a insulina tem uma função essencial no sistema nervoso central para incitar a saciedade, aumentar o gasto energético e regular a ação da leptina, que é um hormônio também relacionado à saciedade (Schwartz, 2000).
Os níveis de insulina aumentam proporcionalmente com o grau de obesidade. Com isso, muitas pessoas obesas demonstram resistência à insulina, diabetes e outras doenças associadas. Estas seqüelas podem usualmente ser corrigidas com a redução de peso.



Metabolismo lipídico normal

No metabolismo lipídico normal, a primeira etapa consiste na hidrólise dos lipídios para a produção de glicerol e ácidos graxos. Posteriormente, o glicerol é metabolizado em uma molécula intermediária, fosfato de diidroxiacetona, antes de ser metabolizado em glicose para o sangue ou glicogênio. Enquanto isso, o ácido graxo é convertido em acetil-CoA, sendo então utilizado na produção de ácidos graxos ou iniciando o ciclo do ácido cítrico, que o converterá em dióxido de carbono e água.

O papel da insulina no metabolismo lipídico

Entende-se que, uma vez que a insulina opera um papel tão importante no metabolismo dos carboidratos, ela também afetará o metabolismo dos lipídios, incluindo a síntese dos ácidos graxos no fígado, quebra das gorduras no tecido adiposo e absorção de gorduras. Açúcar em excesso, devido à deficiência de insulina, é armazenado no tecido adiposo na forma de triglicerídeos (um tipo de lipídio).

segunda-feira, 10 de junho de 2013

FERMENTAÇÃO NA INDÚSTRIA TECNOLÓGICA

Fermentação de pão, queijo e cerveja bem como bebidas alcoólicas desenvolveram-se para satisfazer as exigências comerciais modernas de produção em grande escala, com qualidade elevada e constante, custos competitivos e variedade de produtos. Ø Produção de cultivos “Starters” para produtos lácteos e o emprego de enzimas industriais melhoraram a eficiência dos processos, assim como a automação e controle da qualidade na produção de pão e produtos lácteos. • Fermentação de pão em temperaturas mais elevadas e com maior quantidade de inoculo;
• Uso de amilases microbianas na produção de açúcares fermentescíveis a partir de grãos de amido, proporcionando açúcares as leveduras para que fermentem liberando CO2 (crescer a massa de pão e produzir textura característica).
Técnicas de Pasteurização: permitiram a produção de cerveja em escala industrial fazendo com que industrias artesanais de cerveja, vinhos, licores passassem rapidamente a grandes complexos produzindo em grande escala.
Técnicas de controle de processo como: (Para garantir maior vida-de-prateleira aos alimentos) Ø Controle da velocidade de inoculação; Ø Viabilidade e condições de armazenamento das leveduras; Ø Controle das condições de oxigênio dissolvido; Ø Controle da concentração de Nitrogênio solúvel e de açúcares fermentescíveis no álcool; Ø Controle da temperatura do processo; Ø Fermentação em processos contínuos;
Gliconeogênese: Produção de glicose em
células animais
Alguns tecidos como cérebro, hemáceas, medula renal, cristalino e
córnea, testículos e músculo esquelético em atividade exigem um suprimento
contínuo de glicose como combustível metabólico (quadro 7.1). O glicogênio
hepático pode preencher essas necessidades por um curto período
de tempo. Durante o jejum o glicogênio hepático é depletado e a glicose é
formada a partir de precursores não açúcares como o lactato, glicerol, piruvato
e aminoácidos. Aproximadamente 90% da gliconeogênese ocorrem no
fígado e os restantes 10% ocorre no rim.
Assim, normalmente, os rins têm um papel menor, a não ser em jejum
prolongado, quando se torna importante órgão gliconeogênico. Está claro,
portanto, que mesmo nos casos em que as necessidades calóricas possam
ser atendidas por outras fontes, há sempre uma necessidade basal de glicose.
Além disso, a glicose é o único combustível a fornecer energia para o
músculo esquelético em condições anaeróbicas. É o precursor do açúcar
do leite na glândula mamária e é absorvida ativamente pelo feto. Esses
mecanismos servem para eliminar do sangue os produtos do metabolismo
de outros tecidos, como o lactato produzido pelos músculos e eritrócitos e o
glicerol que é continuamente produzido no tecido adiposo.