quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Dúvidas Freqüentes

          A criança surda que faz sinais pode falar?

Todo surdo pode falar. A nossa experiência tem nos mostrado que as crianças que sinalizam desde cedo, apresentam um desenvolvimento de fala e escrita melhor. Quando começam aprender a falar, este ato já tem um significado e, por isso, colaboram mais nas terapias. As terapias podem ser explicadas para a criança e ela pode, quando está maior, dar sua opinião dizendo o que gosta, ou não gosta e o que quer. Aprender a falar, para o surdo, requer um grande esforço, é um treinamento que deve ser feito por muitos anos, e com muita colaboração da família.




O que é Libras
Libras significa Língua Brasileira de Sinais e é a língua visual/gestual utilizada pela comunidade surda do Brasil. O surdo não aprende sozinho a Libras. Ele precisa conviver com um surdo adulto que use esta língua para que possa adquirir língua e linguagem. Existem sinais diferentes em outras regiões do país, como também acontece com algumas palavras da Língua Portuguesa. A Libras, tem uma gramática própria que é diferente do português. Devemos aprender a Libras com um surdo que seja envolvido com a comunidade surda. Não é uma língua difícil de aprender, mas precisa de empenho e uso freqüente.



http://www.ecs.org.br/site/Interna/Cur_duvidas.aspx acesso 14/08/2014

Você conhece algum bebê surdo?

As crianças pequenas não contam se ouvem bem ou não. É necessário que os adultos estejam sempre atentos ao menor sinal de perda auditiva.

A criança pode ter perda auditiva se:
  • tem parentes que nasceram surdos;
  • a mãe teve rubéola na gravidez;
  • o parto foi demorado;
  • nasceu prematura ou com menos de 1,5kg;
  • teve icterícia (ficou amarelinho) quando nasceu;
  • teve meningite;
  • tomou medicamento ototóxico.
Fique atento se a criança:
0 a 3 meses
  • não acorda com barulhos fortes.
  • 3 a 6 meses
  • não movimenta a cabeça em direção aos sons.
  • 6 meses a 1 ano
  • não emite sons.
  • não reconhece o próprio nome.
  • 1 a 2 anos
  • não compreende palavras cotidianas.
  • não reconhece o próprio nome e o das pessoas próximas.
  • não forma frases curtas.
  • Até 3 anos
  • não conversa assuntos do dia a dia.
  • não obedece a ordens simples.
  • não conversa com outras crianças.
  • http://www.ecs.org.br/site/Interna/Bebe.aspx acesso 14/08/2014

    terça-feira, 12 de agosto de 2014



    A EDUCAÇÃO INCLUSIVA

     Breve histórico sobre a surdez

    Durante a antiguidade, em algum, as comunidades pensava-se que as crianças deficientes eram uma manifestação da presença da divindade ou que poderiam absorver os males que recairiam sobre o grupo. Os Gauleses, por exemplo, sacrificavam crianças surdas ao deus Tutátis.
    As crianças com deficiência poderiam ser mortas, era considerado um estorvo, principalmente para os povos nômades. No Egito, por exemplo, as pessoas com deficiência eram exterminadas ao nascer ou durante suas vidas. Os Hebreus, por exemplo, consideravam que estes teriam "impureza" ou pecado, sendo a deficiência uma punição de Deus.
    Os Gregos e os Romanos não consideravam o deficiente como um ser humano, isso porque para a sociedade da época, uma pessoa só vivia e/ou existia se pudesse trabalhar estudar, lutar ou se pudesse se comunicar.
    Na Idade Média, os monges que viviam em convento faziam um voto de silêncio, não podendo se comunicar de forma alguma. Assim foi criado um código por meio de sinais na qual conseguiam se comunicar sem que houvesse a emissão sonora.
    Neste período, estes mesmos monges foram chamados pela Igreja Católica para se tornarem responsáveis pela educação das crianças e jovens dos castelos, pois os filhos dos Reis eram, em sua grande maioria, surdos.
    Isso ocorria devido aos casamentos entre membros da mesma família, para que a herança não fosse deixada para famílias que não fossem nobres. A Igreja Católica era beneficiada com tal atitude, pois os nobres contribuíam de forma bem generosa com a igreja.
    Na Idade Moderna, as pessoas surdas ou deficientes começaram a ser valorizadas devido aos trabalhos e avanços educacionais. Em 1660 foi idealizado o primeiro alfabeto manual para o auxílio à educação dos surdos, pelo padre Bonet (1579-1633). Os estudiosos passaram, através dos séculos, a ter grande interesse por este tipo de ensino, pois trazia enorme benefício financeiro, já que as famílias que se utilizavam de professores eram nobres.

    http://monografias.brasilescola.com/educacao/lingua-brasileira-sinais-no-contexto-escola-bilingue.htm acesso 12/08/2014.

    segunda-feira, 14 de julho de 2014



    Aterro sanitário 


    -A base do aterro sanitário deve ser constituída por um sistema de drenagem de efluentes líquidos percolados (chorume) acima de uma camada impermeável de polietileno de alta densidade, sobre uma camada de solo compactado para evitar o vazamento de material líquido para o solo, evitando assim a contaminação de lençóis freáticos. O chorume deve ser tratado e/ou recirculação (reinserido ao aterro) causando assim uma menor poluição ao meio ambiente. Seu interior deve possuir um sistema de drenagem de gases que possibilite a coleta do biogás, que é constituído por metano, gás carbônico e água (vapor), entre outros, e é formado pela decomposição dos resíduos. Este efluente deve ser queimado ou beneficiado. Estes gases podem ser queimados na atmosfera ou aproveitados para geração de energia. No caso de países em desenvolvimento, como o Brasil, a utilização do biogás pode ter como recompensa financeira a compensação por créditos de carbono do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo, conforme previsto no Protocolo de Quioto. Sua cobertura é constituída por um sistema de drenagem de águas pluviais, que não permita a infiltração de águas de chuva para o interior do aterro. 
    Um aterro sanitário deve também possuir um sistema de monitoramento ambiental (topográfico e hidrogeológico) e pátio de estocagem de materiais. Para aterros que recebem resíduos de populações acima de 30 mil habitantes é desejável também muro ou cerca limítrofe, sistema de controle de entrada de resíduos (ex. Balança rodoviária), guarita de entrada, prédio administrativo, oficina e borracharia. Quando atinge o limite de capacidade de armazenagem, o aterro é alvo de um processo de monitoração especifico, e se reunidas às condições, pode albergar um espaço verde ou mesmo um parque de lazer, eliminando assim o efeito estético negativo. Recentemente foi encontrada uma célula produzida em aterros que contribui para o fortalecimento do sistema imunitário, podendo assim contribuir para a cura de muitas doenças. Existem critérios de distância mínima de um aterro sanitário e um curso de água, uma região populosa e assim por diante. No Brasil, recomenda-se distância mínima de um aterro sanitário para um curso de água deve ser de 400m.
     Operação
    A recepção dos resíduos inicia-se com a entrada do veículo de transporte de resíduos no aterro sanitário e a pesagem na balança. Depois de feito o controle na entrada e efetuada a pesagem, o veículo desloca-se até à zona de deposição, avança até à frente de trabalho, procedendo à descarga dos resíduos. Em seguida, o veículo passa pela unidade de lavagem dos rodados (quando houver) e é novamente pesado para a obtenção da tara, de forma a ficar registrado o peso líquido da quantidade de resíduo transportada. A operação segura de um aterro sanitário envolve empilhar e compactar os resíduos sólidos e cobri-lo diariamente com uma camada de solo. A compactação tem como objetivo reduzir a área ocupada e aumentar a área disponível prolongando a vida útil do aterro, ao mesmo tempo que o propicia a firmeza do terreno possibilitando seu uso futuro para outros fins. A cobertura diária do solo evita que os resíduos permaneçam a céu aberto, com possível contato com animais (pássaros) e sujeito a chuva, e também para diminuir a liberação de gases mal cheirosos, bem como a disseminação de doenças.
    CRITÉRIOS PARA ESCOLHA DE ÁREAS DE INSTALAÇÃO DE ATERROS
    Para implementação de aterros leva-se em conta vários aspectos. A ABNT define como critérios básicos de seleção de projetos de aterros os seguintes itens:
    - Zoneamento ambiental - Zoneamento urbano
    - Acessos
    - Vizinhança
    - Economia de transporte
    - Titulação de área escolhida
    - Economia operacional do aterro sanitário
    - Infra-estrutura urbana
    - Bacia e sub-bacia hidrográfica onde o aterro sanitário se localizará
    Deve-se ainda indicar no projeto a localização e características topográficas da respectiva área, além da:
    - Caracterização geológica e geotécnica, a fim de evitar contaminação de corpos d’água, solo, e lençol freático. - Caracterização climatológica relacionando valores mensais de precipitação e evapotranspiração - Caracterização e uso de água e solo.
    Aterros controlados
    O Aterro Controlado é um local onde os resíduos são descartados diretamente no solo (sem nenhuma impermeabilização), porém recebe certo controle para minimizar seus impactos. Na maioria dos casos, eles são apenas um lixão que recebeu algumas adequações com o fim de atender a legislação vigente. A diferença entre estes e os lixões é que eles são cercados para impedir a entrada de pessoas e podem apresentar algum tipo de controle para evitar a poluição, como o monitoramento do lençol freático. Embora não seja uma forma de destinação ideal, costumam ser aceitos pelos órgãos ambientais (isso varia de Estado para Estado) de forma temporária, enquanto o município procura outras formas de destinação. Podemos dizer, então, que os aterros controlados são uma espécie de transição entre os lixões e os aterros sanitários, mas é importante frisar que os aterros controlados são apenas uma forma de minimizar o impacto do descarte de resíduos e atender a legislação não constituindo de forma alguma um meio adequado do ponto de vista ambiental.


    quarta-feira, 30 de abril de 2014

    e
    Descrevendo uma experiência de sucesso  da Escola de Ensino Médio Dragão do Mar,  de Fortaleza.no concurso nacional Curta Histórias.


    O vídeo Lenda de Oxumaré, Igualdade e vencedor da primeira edição do prêmio Curta Histórias, promovido pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi) do Ministério da Educação. Sob o tema Africanidades Brasileiras, concorreram 233 equipes de estudantes e professores de escolas públicas das 27 unidades da Federação.
    Vencedor do júri popular, com 3.353 votos dados pela internet, Lenda de Oxumaré foi criado por estudantes e educadores da Escola de Ensino Médio Dragão do Mar, de Fortaleza.
    O concurso de vídeos foi dirigido a estudantes vinculados aos programas Mais Educação e Ensino Médio Inovador que este ano fizeram trabalhos sobre os temas educomunicação, comunicação e uso de mídias, cultura digital e cinema. Também participaram estudantes da educação básica pública de unidades que participam do Programa Nacional de Inclusão de Jovens (Pro jovem).
     
    Promovido pela Secadi, o prêmio visa a incentivar o surgimento de novos talentos e a estimular atividades pedagógicas audiovisuais de cunho cultural e educativo nas escolas públicas. 
    Com o incentivo, da professora Edilane Lopes e o diretor Breno Ricardo o curta intitulado "A lenda de Oxumaré", os estudantes da EEM Dragão do Mar, uma das participantes do projeto Entrelace, levam o prêmio máximo no concurso nacional Curta Histórias.

     “Curta Histórias é uma premiação voltada aos alunos matriculados na Educação Básica da rede pública de ensino de todo o país”. Criado este ano, o prêmio tem como tema de abertura 'Africanidades Brasileiras'.
    “Esta iniciativa visa incentivar novos talentos e estimular o desenvolvimento das atividades pedagógicas, audiovisuais de cunho cultural e educativo em escolas públicas brasileiras”.
    .
    A produção audiovisual intitulada “A lenda de Oxumaré” dos estudantes Beto Silva, Luiz Fernando, Victor Apoliano, Matheus Moraes, Gislene Silva da EEM Dragão do Mar, uma das participantes do projeto Entrelace, concorre a prêmio no festival Curta Histórias, que “fomenta a produção de filmes curtas-metragens realizados nas escolas das redes públicas. A iniciativa tem como objetivo pensar a história da África e dos africanos no Brasil a partir da representação de crianças e adolescentes”.
    “De  acordo com Neuza Macedo, representante da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi) do Ministério da Educação, a maioria das escolas entendeu o real significado do papel do negro na construção do país. Sobre as técnicas usadas por estudantes e educadores, ela destaca a criatividade. Segundo Neuza, todos mostraram que não é preciso dominar tanto a técnica para desenvolver um bom produto.
    Os alunos das equipe vencedora do concurso — o máximo é de cinco estudantes por equipe — participarão de oficina de formação em cinema e empreendedorismo, com duração de 24 horas. Cada integrante da equipe, assim como o professor, receberá um tablet e um smartphone. À escola dos vencedores caberá um aparelho data show, um DVD, uma filmadora digital e uma câmera fotográfica semiprofissional”.
    Os estudantes José Alberto Rodrigues da Silva, Gislane Ferreira da Silva, Matheus Moraes Nogueira, Claudio Victor Apoliano de Moura e Luiz Fernando Fernandes Patrício, todos da EEM Dragão do Mar, vibram com a repercussão do prêmio no concurso nacional "Curta Histórias". 
    Após vencer o concurso de curta-metragem, os estudantes, a professora Edilane Lopes e o diretor Breno Ricardo participaram de uma oficina de formação em cinema e empreendedorismo em Brasília .
    Nosso objetivo é provocar um novo olhar e uma nova forma de pensar os processos educativos e culturais com crianças, adolescentes, jovens e professores da rede pública de ensino através das tecnologias de informação e comunicação.

    As ações desenvolvidas pela Encine são orientadas pela práxis educativa freireana, não considerando o adolescente como mero “público-alvo”, mas como seres capazes de construir conhecimentos, de agir com a autonomia necessária a uma inserção mais atuante na sociedade. Incentivando sua capacidade de produção, através.  
    .
     Da Reflexão e do dialogo,


    http://www.entrelace.org.br/page/?id=373&lace=2

     http://www.entrelace.org.br/page/?lace=9&id=5

    terça-feira, 29 de abril de 2014


    Pro dia nascer feliz.
    A educação é um do tema bastante discutido, os problemas estão presentes em vários lugares não exclusivamente por professores, alunos, funcionários, pesquisadores: mas por envolver a formação de crianças e jovens. Fazer uma reflexão sobre o papel das políticas públicas.
    O documentário de João Jardim Pro dia nascer feliz, realizado entre 2004 e 2005, é um dos raros filmes que retratam com delicadeza e sensibilidade a cruel realidade da vida de adolescentes na escola. João Jardim descreve o cotidiano de jovens em quatro escolas brasileiras. Em Pernambuco, São Paulo, Duque de Caxias e no Rio de Janeiro, todas elas são públicas. Há também uma escola em São Paulo, particular, em um bairro de elite...
     Pro dia nascer feliz levanta discussões sobre a educação de nosso país e abre espaço também aos professores para exporem suas insatisfações quanto à escassez de recursos e a falta de estrutura nas escolas, também como a falta de desinteresse dos alunos pelos estudos.
    A escola publica brasileira passam por profundas transformações, os alunos que fazem parte desse documentário puderam expor os seus sentimentos, duvidas e incertezas diante do futuro.
    Esses alunos de escolas de periferia demonstram suas angustias frente ao abandono das escolas que muitas vezes, não tem praticas pedagógicas condizentes com a sua realidade.
    Não podemos apontar um culpado pela precariedade do ensino há um conjunto de fatores como problemas estruturais da educação pública que envolve a gestão da instituição, o despreparo dos professores frente às praticas educacionais, a falta de assistência ao aluno, pouco investimentos na educação.
     Os problemas estão presentes em todos os lugares, se diferem um pouco um do outro, devido às oportunidades que cada um tem, mas no final o problema de todos leva a um só destino.,o  insucesso escolar péssima qualidade no sistema educacional .


    quinta-feira, 24 de abril de 2014

    Escolas federais são a solução para a educação no Brasil


    Escolas federais são a solução para a educação no Brasil


    É do conhecimento de todos que a educação no Brasil está entre aquelas com pior qualidade no mundo e, provavelmente, é a mais desigual entre todas. Avaliação feita pela Unesco coloca o Brasil em 88º lugar entre 127 países, atrás do Chile, e até mesmo do Equador e da Bolívia.
    Na avaliação Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Estudantes), feita pela OCDE (Organização de Cooperação para o Desenvolvimento Econômico), entre 65 nações o Brasil está em 58º lugar, atrás de Cazaquistão, México e Costa Rica.
    Esses indicadores mostram a média de cada país e incluem tanto os alunos das escolas pobres quanto os das escolas caras. Se houvesse uma avaliação de como a educação se distribui entre filhos de ricos e filhos de pobres, o Brasil seria, sem dúvida, o campeão mundial de desigualdade.
    O desafio brasileiro é elevar a qualidade média da educação, permitindo ao filho da mais pobre família brasileira estudar em escola tão boa quanto a dos filhos dos mais ricos. Isso não será possível com a educação sob a responsabilidade das prefeituras.
    Nenhum Estado ou município poderá oferecer educação de qualidade em todas as suas escolas. Só a federalização da educação básica será capaz de espalhar essa escola e a carreira profissional por todo o território brasileiro.
    disponível em http://noticias.uol.com.br/opiniao/coluna/2014/03/18/escolas-federais-sao-solucao-para-a-educacao-no-brasil.ht

    terça-feira, 22 de abril de 2014

    Pesquisa do Pisa comprova que meninas leem mais, e meninos são melhores em matemática


    Publicado:
    Atualizado:
    Nervosa com matemática. Desde cedo Giovana Ribeiro prefere história e gramática e quer fazer Direito ou Medicina Foto: Leo Martins / Agência O Globo


      




    Nervosa com matemática. Desde cedo Giovana Ribeiro prefere história e gramática e quer fazer Direito ou Medicina Foto: Leo Martins / Agência O Globo
    Nervosa com matemática. Desde cedo Giovana Ribeiro prefere história e gramática e quer fazer Direito ou Medicina Leo Martins / Agência O Globo
    RIO - De um lado, meninas com melhor desempenho em leitura. Do outro, meninos com performance superior em matemática. O quadro, que muita gente já observou, é comprovado em números numa recente publicação da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) com base em dados do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa) 2012. Jovens de 15 anos que vivem 65 países participam da análise, e uma das conclusões é que o hiato se deve menos à capacidade e mais às diferenças de autoconfiança de meninos e meninas na hora de aprender.
    Os dados da publicação “Meninos e meninas estão igualmente preparados para a vida?” mostram que garotas superam garotos em leitura numa proporção que equivale a um ano inteiro de escola, em média. Já os adolescentes do sexo masculino, por sua vez, estão à frente em matemática cerca de três meses. E 15% dos meninos, mas apenas 11% das meninas, atingem os níveis mais altos na disciplina. No Brasil, meninos estão 18 pontos à frente em matemática.


     http://oglobo.globo.com/sociedade/educacao/pesquisa-do-pisa-comprova-que-meninas-leem-mais-meninos-sao-melhores-em-matematica-12241237#ixzz2zfA0vu5U 
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    terça-feira, 15 de abril de 2014

    Família interagindo com a escola

    O vídeo mostra que a família e a escola devem formar uma equipe. É fundamental que ambas sigam os mesmos princípios e critérios, bem como a mesma direção em relação aos objetivos que desejam atingir.
    Ressalta-se que mesmo tendo objetivos em comum, cada uma deve fazer sua parte para que atinja o caminho do sucesso, que visa conduzir crianças e jovens a um futuro melhor.
    O ideal é que família e escola tracem as mesmas metas de forma simultânea, propiciando ao aluno uma segurança na aprendizagem de forma que venha criar cidadãos críticos capazes de enfrentar a complexidade de situações que surgem na sociedade.

    Disponível em:https://www.youtube.com/watch?v=CrwPXCp6yN0 Acessado em: 15-04-2014 as 22: 14 min.

    Construindo uma educação de qualidade

    Família e escola quais os papeis?
    Conceituar o papel de cada uma destas instituições importantes da sociedade, família e escola, eu diria que é quase impossível. Tornaram-se hoje grandes fontes de problemas. A família perdeu seu núcleo pai-mãe-filho, tornando-se um amontoado de pessoas vivendo sob o mesmo teto ou até em tetos diferentes, tentando educar o filho com suas visões de mundo, para assim encaminhá-los à escola.
    Por outro lado, a escola inconformada com o que tem recebido das famílias se põe no papel de responsável em educar e ensinar o pedagógico e, em inúmeras vezes, perde seu principal foco: a formação pedagógica desse indivíduo.
    A inversão dos papéis da escola e da família junto à sociedade é muito nítida, por exemplo, antes de um processo alfabetizador, a escola precisa integrar esse aluno, advindo de uma família que o criou até então como centro do universo. Essa não deveria ser apenas responsabilidade da escola, devendo ter sido trabalhada pela família.
    Perde-se muito tempo dando possibilidade para que essa criança entenda que precisa se colocar no lugar do outro, que respeite seus colegas como deseja ser respeitado, tarefa simples que deveria ter sido feita pela família. O papel educador é responsabilidade da família, para que o papel pedagógico possa ser exercido pela escola com boa qualidade.
    O caminho e a parceria entre família e escola é fundamental. Ambas precisam se acolher, se entender e se ajudar para o bem comum desse indivíduo, preparado como pessoa para viver em sociedade. Porém, sempre cabe à família educar e estar alerta, pois o contrato com a escola pode ser rescindido, mas o contrato de pai, mãe e filho é para a vida toda. Portanto, é muito importante exercer os papéis com sabedoria e responsabilidade de todos.

    Disponível em: http://www.gazetadopovo.com.br/blogs/educacao-e-midia/familia-e-escola-quais-sao-os-papeis/ Acessado em: 15-04-2014.

    segunda-feira, 14 de abril de 2014

    A educação no Brasil melhorou. Mas para quem?



    Nesta quarta-feira, 14, especialistas em educação se reuniram no 2º Seminário Internacional do Centro Lemann de Stanford. O evento, que trouxe profissionais da Universidade de Stanford, assim como especialistas brasileiros, tinha como objetivo a análise da situação das escolas brasileiras, assim como a da preparação dos professores.
    De acordo com Paula Louzano, professora da Faculdade de Educação da USP, o Brasil enriqueceu, mas a educação não acompanha o bom momento na economia do país: apesar dos índices terem apresentado uma leve melhora, ela está longe do progresso ideal. O Secretário de Educação de Santa Catarina, Eduardo Deschamps, apresentou dados que mostram que os níveis de educação e alfabetização em nível nacional aumentaram - enquanto em 1995, 15,8% dos brasileiros com mais de 15 anos eram analfabetos, hoje, o número está em 8,8%.
    Mas Deschamps atribui essa melhora ao aumento de poder aquisitivo da população e não a uma melhora na educação pública. "Menos de 30% dos egressos do Ensino Médio vão para a universidade. E 1,6 milhão de jovens de 15 a 17 anos estão fora da escola. Ainda são números muito negativos", afirma.
    Não só o acesso, mas a qualidade da educação oferecida também foi apontada como um problema por Deschamps: "Hoje os alunos da escola pública têm um período de três horas de aula por dia, se levados em conta intervalos e faltas. Outro aspecto cultural da educação brasileira que deveria ser abolido é o Ensino Médio noturno. Isso é uma aberração. Mas precisa existir porque a sociedade tem a ideia de que o jovem precisa começar a ajudar a família financeiramente desde muito cedo. Mas e o aproveitamento escolar?".
    A solução? Louzano defende a criação de padrões para a avaliação do ensino público: um currículo básico e a avaliação de professores. "Quando falamos de padrões há quem fique com um pé atrás. A ideia não é determinar os métodos ou acabar com a diversidade cultural no ensino do Brasil, mas traçar metas e objetivos a serem alcançados ao fim de um período. Esses seriam os padrões". A professora cita, como exemplos, a avaliação de professores usada no Chile. "Precisamos nos reunir e decidir que padrões serão avaliados, quais são os objetivos. No Chile a avaliação dos professores demorou seis anos para ser formatada".
    A melhora nestes níveis também passa pelo aumento na verba da educação. De acordo com Deschamps, hoje, no dinheiro gasto em educação pública, a União tem uma participação de apenas 20% - o resto vem de cofres estaduais e municipais. Além disso, uma noção mais exata do que seria o investimento da educação precisa ser popularizada. Segundo o secretário, a mídia trata a melhoria na educação apenas como 'um aumento no salário dos professores e melhora na infra-estrutura das escolas' quando, apesar desses itens serem importantes, há mais investimentos a serem considerados. "Muitos professores não usam nem a tecnologia mais básica da sala de aula, que é o quadro negro", exemplifica, para ilustrar que há casos de falta de preparo em profissionais da educação pública.
    Estes investimentos não mostrariam resultados imediatos e sim a longo prazo. "Mas se me perguntassem se eu estaria disposta a começar um projeto para a melhoria da educação que desse resultado só daqui a 10 anos a resposta é que, sim, eu etaria disposta", conclui Paula Louzano.

    • disponivelhttp://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI341198-17770,00-A+EDUCACAO+NO+BRASIL+MELHOROU+MAS+PARA+QUEM.html acesso 14/04/2014