quarta-feira, 30 de abril de 2014

e
Descrevendo uma experiência de sucesso  da Escola de Ensino Médio Dragão do Mar,  de Fortaleza.no concurso nacional Curta Histórias.


O vídeo Lenda de Oxumaré, Igualdade e vencedor da primeira edição do prêmio Curta Histórias, promovido pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi) do Ministério da Educação. Sob o tema Africanidades Brasileiras, concorreram 233 equipes de estudantes e professores de escolas públicas das 27 unidades da Federação.
Vencedor do júri popular, com 3.353 votos dados pela internet, Lenda de Oxumaré foi criado por estudantes e educadores da Escola de Ensino Médio Dragão do Mar, de Fortaleza.
O concurso de vídeos foi dirigido a estudantes vinculados aos programas Mais Educação e Ensino Médio Inovador que este ano fizeram trabalhos sobre os temas educomunicação, comunicação e uso de mídias, cultura digital e cinema. Também participaram estudantes da educação básica pública de unidades que participam do Programa Nacional de Inclusão de Jovens (Pro jovem).
 
Promovido pela Secadi, o prêmio visa a incentivar o surgimento de novos talentos e a estimular atividades pedagógicas audiovisuais de cunho cultural e educativo nas escolas públicas. 
Com o incentivo, da professora Edilane Lopes e o diretor Breno Ricardo o curta intitulado "A lenda de Oxumaré", os estudantes da EEM Dragão do Mar, uma das participantes do projeto Entrelace, levam o prêmio máximo no concurso nacional Curta Histórias.

 “Curta Histórias é uma premiação voltada aos alunos matriculados na Educação Básica da rede pública de ensino de todo o país”. Criado este ano, o prêmio tem como tema de abertura 'Africanidades Brasileiras'.
“Esta iniciativa visa incentivar novos talentos e estimular o desenvolvimento das atividades pedagógicas, audiovisuais de cunho cultural e educativo em escolas públicas brasileiras”.
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A produção audiovisual intitulada “A lenda de Oxumaré” dos estudantes Beto Silva, Luiz Fernando, Victor Apoliano, Matheus Moraes, Gislene Silva da EEM Dragão do Mar, uma das participantes do projeto Entrelace, concorre a prêmio no festival Curta Histórias, que “fomenta a produção de filmes curtas-metragens realizados nas escolas das redes públicas. A iniciativa tem como objetivo pensar a história da África e dos africanos no Brasil a partir da representação de crianças e adolescentes”.
“De  acordo com Neuza Macedo, representante da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi) do Ministério da Educação, a maioria das escolas entendeu o real significado do papel do negro na construção do país. Sobre as técnicas usadas por estudantes e educadores, ela destaca a criatividade. Segundo Neuza, todos mostraram que não é preciso dominar tanto a técnica para desenvolver um bom produto.
Os alunos das equipe vencedora do concurso — o máximo é de cinco estudantes por equipe — participarão de oficina de formação em cinema e empreendedorismo, com duração de 24 horas. Cada integrante da equipe, assim como o professor, receberá um tablet e um smartphone. À escola dos vencedores caberá um aparelho data show, um DVD, uma filmadora digital e uma câmera fotográfica semiprofissional”.
Os estudantes José Alberto Rodrigues da Silva, Gislane Ferreira da Silva, Matheus Moraes Nogueira, Claudio Victor Apoliano de Moura e Luiz Fernando Fernandes Patrício, todos da EEM Dragão do Mar, vibram com a repercussão do prêmio no concurso nacional "Curta Histórias". 
Após vencer o concurso de curta-metragem, os estudantes, a professora Edilane Lopes e o diretor Breno Ricardo participaram de uma oficina de formação em cinema e empreendedorismo em Brasília .
Nosso objetivo é provocar um novo olhar e uma nova forma de pensar os processos educativos e culturais com crianças, adolescentes, jovens e professores da rede pública de ensino através das tecnologias de informação e comunicação.

As ações desenvolvidas pela Encine são orientadas pela práxis educativa freireana, não considerando o adolescente como mero “público-alvo”, mas como seres capazes de construir conhecimentos, de agir com a autonomia necessária a uma inserção mais atuante na sociedade. Incentivando sua capacidade de produção, através.  
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 Da Reflexão e do dialogo,


http://www.entrelace.org.br/page/?id=373&lace=2

 http://www.entrelace.org.br/page/?lace=9&id=5

terça-feira, 29 de abril de 2014


Pro dia nascer feliz.
A educação é um do tema bastante discutido, os problemas estão presentes em vários lugares não exclusivamente por professores, alunos, funcionários, pesquisadores: mas por envolver a formação de crianças e jovens. Fazer uma reflexão sobre o papel das políticas públicas.
O documentário de João Jardim Pro dia nascer feliz, realizado entre 2004 e 2005, é um dos raros filmes que retratam com delicadeza e sensibilidade a cruel realidade da vida de adolescentes na escola. João Jardim descreve o cotidiano de jovens em quatro escolas brasileiras. Em Pernambuco, São Paulo, Duque de Caxias e no Rio de Janeiro, todas elas são públicas. Há também uma escola em São Paulo, particular, em um bairro de elite...
 Pro dia nascer feliz levanta discussões sobre a educação de nosso país e abre espaço também aos professores para exporem suas insatisfações quanto à escassez de recursos e a falta de estrutura nas escolas, também como a falta de desinteresse dos alunos pelos estudos.
A escola publica brasileira passam por profundas transformações, os alunos que fazem parte desse documentário puderam expor os seus sentimentos, duvidas e incertezas diante do futuro.
Esses alunos de escolas de periferia demonstram suas angustias frente ao abandono das escolas que muitas vezes, não tem praticas pedagógicas condizentes com a sua realidade.
Não podemos apontar um culpado pela precariedade do ensino há um conjunto de fatores como problemas estruturais da educação pública que envolve a gestão da instituição, o despreparo dos professores frente às praticas educacionais, a falta de assistência ao aluno, pouco investimentos na educação.
 Os problemas estão presentes em todos os lugares, se diferem um pouco um do outro, devido às oportunidades que cada um tem, mas no final o problema de todos leva a um só destino.,o  insucesso escolar péssima qualidade no sistema educacional .


quinta-feira, 24 de abril de 2014

Escolas federais são a solução para a educação no Brasil


Escolas federais são a solução para a educação no Brasil


É do conhecimento de todos que a educação no Brasil está entre aquelas com pior qualidade no mundo e, provavelmente, é a mais desigual entre todas. Avaliação feita pela Unesco coloca o Brasil em 88º lugar entre 127 países, atrás do Chile, e até mesmo do Equador e da Bolívia.
Na avaliação Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Estudantes), feita pela OCDE (Organização de Cooperação para o Desenvolvimento Econômico), entre 65 nações o Brasil está em 58º lugar, atrás de Cazaquistão, México e Costa Rica.
Esses indicadores mostram a média de cada país e incluem tanto os alunos das escolas pobres quanto os das escolas caras. Se houvesse uma avaliação de como a educação se distribui entre filhos de ricos e filhos de pobres, o Brasil seria, sem dúvida, o campeão mundial de desigualdade.
O desafio brasileiro é elevar a qualidade média da educação, permitindo ao filho da mais pobre família brasileira estudar em escola tão boa quanto a dos filhos dos mais ricos. Isso não será possível com a educação sob a responsabilidade das prefeituras.
Nenhum Estado ou município poderá oferecer educação de qualidade em todas as suas escolas. Só a federalização da educação básica será capaz de espalhar essa escola e a carreira profissional por todo o território brasileiro.
disponível em http://noticias.uol.com.br/opiniao/coluna/2014/03/18/escolas-federais-sao-solucao-para-a-educacao-no-brasil.ht

terça-feira, 22 de abril de 2014

Pesquisa do Pisa comprova que meninas leem mais, e meninos são melhores em matemática


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Nervosa com matemática. Desde cedo Giovana Ribeiro prefere história e gramática e quer fazer Direito ou Medicina Foto: Leo Martins / Agência O Globo


  




Nervosa com matemática. Desde cedo Giovana Ribeiro prefere história e gramática e quer fazer Direito ou Medicina Foto: Leo Martins / Agência O Globo
Nervosa com matemática. Desde cedo Giovana Ribeiro prefere história e gramática e quer fazer Direito ou Medicina Leo Martins / Agência O Globo
RIO - De um lado, meninas com melhor desempenho em leitura. Do outro, meninos com performance superior em matemática. O quadro, que muita gente já observou, é comprovado em números numa recente publicação da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) com base em dados do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa) 2012. Jovens de 15 anos que vivem 65 países participam da análise, e uma das conclusões é que o hiato se deve menos à capacidade e mais às diferenças de autoconfiança de meninos e meninas na hora de aprender.
Os dados da publicação “Meninos e meninas estão igualmente preparados para a vida?” mostram que garotas superam garotos em leitura numa proporção que equivale a um ano inteiro de escola, em média. Já os adolescentes do sexo masculino, por sua vez, estão à frente em matemática cerca de três meses. E 15% dos meninos, mas apenas 11% das meninas, atingem os níveis mais altos na disciplina. No Brasil, meninos estão 18 pontos à frente em matemática.


 http://oglobo.globo.com/sociedade/educacao/pesquisa-do-pisa-comprova-que-meninas-leem-mais-meninos-sao-melhores-em-matematica-12241237#ixzz2zfA0vu5U 
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terça-feira, 15 de abril de 2014

Família interagindo com a escola

O vídeo mostra que a família e a escola devem formar uma equipe. É fundamental que ambas sigam os mesmos princípios e critérios, bem como a mesma direção em relação aos objetivos que desejam atingir.
Ressalta-se que mesmo tendo objetivos em comum, cada uma deve fazer sua parte para que atinja o caminho do sucesso, que visa conduzir crianças e jovens a um futuro melhor.
O ideal é que família e escola tracem as mesmas metas de forma simultânea, propiciando ao aluno uma segurança na aprendizagem de forma que venha criar cidadãos críticos capazes de enfrentar a complexidade de situações que surgem na sociedade.

Disponível em:https://www.youtube.com/watch?v=CrwPXCp6yN0 Acessado em: 15-04-2014 as 22: 14 min.

Construindo uma educação de qualidade

Família e escola quais os papeis?
Conceituar o papel de cada uma destas instituições importantes da sociedade, família e escola, eu diria que é quase impossível. Tornaram-se hoje grandes fontes de problemas. A família perdeu seu núcleo pai-mãe-filho, tornando-se um amontoado de pessoas vivendo sob o mesmo teto ou até em tetos diferentes, tentando educar o filho com suas visões de mundo, para assim encaminhá-los à escola.
Por outro lado, a escola inconformada com o que tem recebido das famílias se põe no papel de responsável em educar e ensinar o pedagógico e, em inúmeras vezes, perde seu principal foco: a formação pedagógica desse indivíduo.
A inversão dos papéis da escola e da família junto à sociedade é muito nítida, por exemplo, antes de um processo alfabetizador, a escola precisa integrar esse aluno, advindo de uma família que o criou até então como centro do universo. Essa não deveria ser apenas responsabilidade da escola, devendo ter sido trabalhada pela família.
Perde-se muito tempo dando possibilidade para que essa criança entenda que precisa se colocar no lugar do outro, que respeite seus colegas como deseja ser respeitado, tarefa simples que deveria ter sido feita pela família. O papel educador é responsabilidade da família, para que o papel pedagógico possa ser exercido pela escola com boa qualidade.
O caminho e a parceria entre família e escola é fundamental. Ambas precisam se acolher, se entender e se ajudar para o bem comum desse indivíduo, preparado como pessoa para viver em sociedade. Porém, sempre cabe à família educar e estar alerta, pois o contrato com a escola pode ser rescindido, mas o contrato de pai, mãe e filho é para a vida toda. Portanto, é muito importante exercer os papéis com sabedoria e responsabilidade de todos.

Disponível em: http://www.gazetadopovo.com.br/blogs/educacao-e-midia/familia-e-escola-quais-sao-os-papeis/ Acessado em: 15-04-2014.

segunda-feira, 14 de abril de 2014

A educação no Brasil melhorou. Mas para quem?



Nesta quarta-feira, 14, especialistas em educação se reuniram no 2º Seminário Internacional do Centro Lemann de Stanford. O evento, que trouxe profissionais da Universidade de Stanford, assim como especialistas brasileiros, tinha como objetivo a análise da situação das escolas brasileiras, assim como a da preparação dos professores.
De acordo com Paula Louzano, professora da Faculdade de Educação da USP, o Brasil enriqueceu, mas a educação não acompanha o bom momento na economia do país: apesar dos índices terem apresentado uma leve melhora, ela está longe do progresso ideal. O Secretário de Educação de Santa Catarina, Eduardo Deschamps, apresentou dados que mostram que os níveis de educação e alfabetização em nível nacional aumentaram - enquanto em 1995, 15,8% dos brasileiros com mais de 15 anos eram analfabetos, hoje, o número está em 8,8%.
Mas Deschamps atribui essa melhora ao aumento de poder aquisitivo da população e não a uma melhora na educação pública. "Menos de 30% dos egressos do Ensino Médio vão para a universidade. E 1,6 milhão de jovens de 15 a 17 anos estão fora da escola. Ainda são números muito negativos", afirma.
Não só o acesso, mas a qualidade da educação oferecida também foi apontada como um problema por Deschamps: "Hoje os alunos da escola pública têm um período de três horas de aula por dia, se levados em conta intervalos e faltas. Outro aspecto cultural da educação brasileira que deveria ser abolido é o Ensino Médio noturno. Isso é uma aberração. Mas precisa existir porque a sociedade tem a ideia de que o jovem precisa começar a ajudar a família financeiramente desde muito cedo. Mas e o aproveitamento escolar?".
A solução? Louzano defende a criação de padrões para a avaliação do ensino público: um currículo básico e a avaliação de professores. "Quando falamos de padrões há quem fique com um pé atrás. A ideia não é determinar os métodos ou acabar com a diversidade cultural no ensino do Brasil, mas traçar metas e objetivos a serem alcançados ao fim de um período. Esses seriam os padrões". A professora cita, como exemplos, a avaliação de professores usada no Chile. "Precisamos nos reunir e decidir que padrões serão avaliados, quais são os objetivos. No Chile a avaliação dos professores demorou seis anos para ser formatada".
A melhora nestes níveis também passa pelo aumento na verba da educação. De acordo com Deschamps, hoje, no dinheiro gasto em educação pública, a União tem uma participação de apenas 20% - o resto vem de cofres estaduais e municipais. Além disso, uma noção mais exata do que seria o investimento da educação precisa ser popularizada. Segundo o secretário, a mídia trata a melhoria na educação apenas como 'um aumento no salário dos professores e melhora na infra-estrutura das escolas' quando, apesar desses itens serem importantes, há mais investimentos a serem considerados. "Muitos professores não usam nem a tecnologia mais básica da sala de aula, que é o quadro negro", exemplifica, para ilustrar que há casos de falta de preparo em profissionais da educação pública.
Estes investimentos não mostrariam resultados imediatos e sim a longo prazo. "Mas se me perguntassem se eu estaria disposta a começar um projeto para a melhoria da educação que desse resultado só daqui a 10 anos a resposta é que, sim, eu etaria disposta", conclui Paula Louzano.

  • disponivelhttp://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI341198-17770,00-A+EDUCACAO+NO+BRASIL+MELHOROU+MAS+PARA+QUEM.html acesso 14/04/2014