quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Relação entre Biotecnologia, Meio Ambiente e Sustentabilidade: aspectos positivos e negativos".


A ciência e a tecnologia são duas atividades muito ligadas a nosso cotidiano.
A biotecnologia é um conjunto de aplicações tecnológicas em que se utilizam os princípios integrados da bioquímica, microbiologia e engenharia química, em sistemas biológicos e/ou microrganismos vivos ou em seres derivados, para criar ou alterar produtos ou mesmo processos para usos específicos (REHM; PRAVE, 1987).
O desenvolvimento sustentável, como forma alternativa de desenvolvimento, foi delimitado por uma evolução conceitual que há muito antecedeu e subsidiou bastante os trabalhos da Comissão Mundial sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento (CMMAD). 5 Os primeiros estudos científicos sobre o tema vieram a aparecer a partir do século XVIII. Thomas Robert Malthus é considerado o primeiro economista a sugerir existência de limites ao crescimento derivado da escassez dos recursos.
O pensamento sobre o desenvolvimento sustentável é multidisciplinar e intersetorial. Segundo Estes (1993), tem-se procurado unir especialistas – de áreas como física, biologia, geologia, economia, política, sociologia, entre outras –, governos, movimentos sociais e comunidades para discutir de forma mais eficaz as complexas relações socioambientais.
As linhas de pesquisa em biotecnologia são muitas: estudos básicos de organização e regulação da expressão genética, desenvolvimento de vacinas, biotecnologia vegetal e animal, melhoramentos genéticos, métodos moleculares de detecção de agentes patogênicos até a prospecção em fontes naturais, isolamentos de extratos, estudo da atividade das frações, purificação dos constituintes “a modificação de biomoléculas para diversos fins” (SANTOS; SAMPAIO, 1998).

A desconfiança prevalece como consequência das negativas experiências anteriores, como catástrofes nucleares e marítimas; as graves repercussões climáticas do uso de clorofluorcarbonos e o massivo consumo energético; a acumulação de resíduos, muitos deles perigosos e, na maioria das vezes, nocivos para o entorno; o uso indiscriminado de pesticidas.
Um dos primeiros problemas da biotecnologia reside em sua definição. A biotecnologia é uma tecnologia emergente que, ao mesmo tempo, arrasta um velho passado. Compreende uma ampla gama de atividades de produção de bens e serviços a partir do potencial dos seres vivos e nessa amplitude existem alguns dos problemas de interpretação. Em algumas ocasiões é utilizado de uma maneira mais concreta para referir-se às atividades que surgem por modificação genética de ditos organismos, conhecida também como nova biotecnologia (ORSENIGO, 1989).
A biotecnologia moderna está tendo um avanço muito rápido trazendo, como consequência, um impacto significativo nas diversas áreas do conhecimento, com uma contribuição importante na agropecuária, agroindústria, medicina e no meio ambiente. As experiências desenvolvidas têm permitido alcançar até a manipulação do código genético dos organismos vivos, com a finalidade de introduzir-lhes características desejáveis, que antes esses seres vivos não possuíam, ou seja, essa carga genética que estava presente em outros organismos.
A preocupação principal dos ecologistas (ambientalistas) diz respeito à aplicação da biotecnologia, que parece centralizar-se no que se tem chamado de nova biotecnologia, ou seja, os desenvolvimentos relacionados com a engenharia genética. Os ambientalistas, como reconhece Boren (2002), discordaram a partir do momento do debate referente à investigação com organismos obtidos por recombinação genética. O principal motivo de preocupação pública é pela aplicação da engenharia genética, em que existiria a possibilidade de comercializar uma grande variedade de organismos modificados geneticamente. Essa possibilidade pode permitir a liberação de tais organismos no meio externo, o que aumenta, sem dúvida, os riscos, sobretudo, quando se compara com a investigação confinada em laboratório. A esse problema principal se junta o fato de que a biotecnologia como paradigma tecnológico, pode-se converter no suporte de novos engenhos e indústrias que possuem a potencialidade de transformar amplos setores da sociedade e exercer, consequentemente, uma clara influência sobre o meio ambiente.
O avanço da ciência, em áreas como a biologia molecular e a engenharia genética, acelerou o potencial de exploração da biodiversidade, na medida em que esta se constitui em matéria-prima da biotecnologia. Fritz16 leciona que há séculos comunidades tradicionais criam animais, selecionam variedades de plantas, de forma adaptada ao meio ambiente. No entanto, a partir do momento em que a economia de mercado passou a ver valor econômico em tais conhecimentos, criou-se todo um sistema de propriedade sobre tais interações do homem com a natureza.
Conforme Albagli23, a partir do momento em que o combate à perda da biodiversidade passou a ser um dos temas ambientais de caráter global, esforços por regulamentação conduziram à Convenção sobre Diversidade Biológica, que foi assinada no Rio de Janeiro em 1992 durante a Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento.
Nesse sentido, a biopirataria, como atividade que envolve o acesso aos recursos genéticos de um determinado país, ou aos conhecimentos tradicionais associados a tais recursos genéticos, está em desconformidade com o estabelecido na Convenção sobre a Diversidade Biológica, que prevê a soberania dos Estados sobre seus recursos genéticos, a necessidade de consentimento prévio fundamentado dos países de origem dos recursos genéticos para as atividades de acesso, e a repartição justa e equitativa dos benefícios derivados das atividades de bioprospecção (que envolve a coleta de material biológico e o acesso a seus recursos genéticos em busca de novos compostos bioquímicos cujos princípios ativos possam ser aproveitados para a produção de novos produtos farmacêuticos, químicos e alimentares).



REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS



23 ALBAGLI, Sarita. Amazônia: fronteira geopolítica da biodiversidade. Parcerias Estratégicas, vol. 6, n. 12, 2001. P. 5-6. Acesso 19/11/15
FRITZ, Jean-Claude. Las múltiples finalidades del sistema de propiedad intelectual. Puesta em perspectiva de um elemento del conflicto entre el derecho internacional de los negocios y el derecho de los pueblos. In: RUBIO, David Sánchez; ALFARO, Norman J. Solórzano; CID, Isabel V. Lucena (Ed.). Nuevos colonialimos del capital: propiedad intelectual, biodiversidad y derecho de los pueblos. Barcelona: Içaria 2004.p. 246. Acesso 19/11/15

ORSENIGO, L. The emergence of biotechnology Institutions. London: Printer Publishers. 1989. Acesso19/11/15
REHM. H. J.; PRAVE. P. et al. (eds). Basic Biotechnology: students guide. Weinheim; VCH Publisher, 1987. P.3-14. Acesso 19/11/15
28 SANTILLI, Juliana. Conhecimento tradicional associado à biodiversidade: afinal, do que estamos falando? p. 345-347.Acesso 19/11/15
SANTOS, M. M.; SAMPAIO, M. F. N. O. Banco de Dados Tropicais (BST). Estratégia Nacional de Diversidade Biológica. Relatório sobre a Análise dos Artigos 12 e 18 da Convenção da Diversidade Biológica. Grupo de Trabalho Temático 5 (GTT5). Out. de 1998
VÁSQUEZ, Silvestre Fernández 1 REVISTA BIOCIÊNCIAS, UNITAU. Volume 14, número 1, 2008. Disponível em periódicos. unitau.br Acesso 19/11/15



quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Dúvidas Freqüentes

          A criança surda que faz sinais pode falar?

Todo surdo pode falar. A nossa experiência tem nos mostrado que as crianças que sinalizam desde cedo, apresentam um desenvolvimento de fala e escrita melhor. Quando começam aprender a falar, este ato já tem um significado e, por isso, colaboram mais nas terapias. As terapias podem ser explicadas para a criança e ela pode, quando está maior, dar sua opinião dizendo o que gosta, ou não gosta e o que quer. Aprender a falar, para o surdo, requer um grande esforço, é um treinamento que deve ser feito por muitos anos, e com muita colaboração da família.




O que é Libras
Libras significa Língua Brasileira de Sinais e é a língua visual/gestual utilizada pela comunidade surda do Brasil. O surdo não aprende sozinho a Libras. Ele precisa conviver com um surdo adulto que use esta língua para que possa adquirir língua e linguagem. Existem sinais diferentes em outras regiões do país, como também acontece com algumas palavras da Língua Portuguesa. A Libras, tem uma gramática própria que é diferente do português. Devemos aprender a Libras com um surdo que seja envolvido com a comunidade surda. Não é uma língua difícil de aprender, mas precisa de empenho e uso freqüente.



http://www.ecs.org.br/site/Interna/Cur_duvidas.aspx acesso 14/08/2014

Você conhece algum bebê surdo?

As crianças pequenas não contam se ouvem bem ou não. É necessário que os adultos estejam sempre atentos ao menor sinal de perda auditiva.

A criança pode ter perda auditiva se:
  • tem parentes que nasceram surdos;
  • a mãe teve rubéola na gravidez;
  • o parto foi demorado;
  • nasceu prematura ou com menos de 1,5kg;
  • teve icterícia (ficou amarelinho) quando nasceu;
  • teve meningite;
  • tomou medicamento ototóxico.
Fique atento se a criança:
0 a 3 meses
  • não acorda com barulhos fortes.
  • 3 a 6 meses
  • não movimenta a cabeça em direção aos sons.
  • 6 meses a 1 ano
  • não emite sons.
  • não reconhece o próprio nome.
  • 1 a 2 anos
  • não compreende palavras cotidianas.
  • não reconhece o próprio nome e o das pessoas próximas.
  • não forma frases curtas.
  • Até 3 anos
  • não conversa assuntos do dia a dia.
  • não obedece a ordens simples.
  • não conversa com outras crianças.
  • http://www.ecs.org.br/site/Interna/Bebe.aspx acesso 14/08/2014

    terça-feira, 12 de agosto de 2014



    A EDUCAÇÃO INCLUSIVA

     Breve histórico sobre a surdez

    Durante a antiguidade, em algum, as comunidades pensava-se que as crianças deficientes eram uma manifestação da presença da divindade ou que poderiam absorver os males que recairiam sobre o grupo. Os Gauleses, por exemplo, sacrificavam crianças surdas ao deus Tutátis.
    As crianças com deficiência poderiam ser mortas, era considerado um estorvo, principalmente para os povos nômades. No Egito, por exemplo, as pessoas com deficiência eram exterminadas ao nascer ou durante suas vidas. Os Hebreus, por exemplo, consideravam que estes teriam "impureza" ou pecado, sendo a deficiência uma punição de Deus.
    Os Gregos e os Romanos não consideravam o deficiente como um ser humano, isso porque para a sociedade da época, uma pessoa só vivia e/ou existia se pudesse trabalhar estudar, lutar ou se pudesse se comunicar.
    Na Idade Média, os monges que viviam em convento faziam um voto de silêncio, não podendo se comunicar de forma alguma. Assim foi criado um código por meio de sinais na qual conseguiam se comunicar sem que houvesse a emissão sonora.
    Neste período, estes mesmos monges foram chamados pela Igreja Católica para se tornarem responsáveis pela educação das crianças e jovens dos castelos, pois os filhos dos Reis eram, em sua grande maioria, surdos.
    Isso ocorria devido aos casamentos entre membros da mesma família, para que a herança não fosse deixada para famílias que não fossem nobres. A Igreja Católica era beneficiada com tal atitude, pois os nobres contribuíam de forma bem generosa com a igreja.
    Na Idade Moderna, as pessoas surdas ou deficientes começaram a ser valorizadas devido aos trabalhos e avanços educacionais. Em 1660 foi idealizado o primeiro alfabeto manual para o auxílio à educação dos surdos, pelo padre Bonet (1579-1633). Os estudiosos passaram, através dos séculos, a ter grande interesse por este tipo de ensino, pois trazia enorme benefício financeiro, já que as famílias que se utilizavam de professores eram nobres.

    http://monografias.brasilescola.com/educacao/lingua-brasileira-sinais-no-contexto-escola-bilingue.htm acesso 12/08/2014.

    segunda-feira, 14 de julho de 2014



    Aterro sanitário 


    -A base do aterro sanitário deve ser constituída por um sistema de drenagem de efluentes líquidos percolados (chorume) acima de uma camada impermeável de polietileno de alta densidade, sobre uma camada de solo compactado para evitar o vazamento de material líquido para o solo, evitando assim a contaminação de lençóis freáticos. O chorume deve ser tratado e/ou recirculação (reinserido ao aterro) causando assim uma menor poluição ao meio ambiente. Seu interior deve possuir um sistema de drenagem de gases que possibilite a coleta do biogás, que é constituído por metano, gás carbônico e água (vapor), entre outros, e é formado pela decomposição dos resíduos. Este efluente deve ser queimado ou beneficiado. Estes gases podem ser queimados na atmosfera ou aproveitados para geração de energia. No caso de países em desenvolvimento, como o Brasil, a utilização do biogás pode ter como recompensa financeira a compensação por créditos de carbono do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo, conforme previsto no Protocolo de Quioto. Sua cobertura é constituída por um sistema de drenagem de águas pluviais, que não permita a infiltração de águas de chuva para o interior do aterro. 
    Um aterro sanitário deve também possuir um sistema de monitoramento ambiental (topográfico e hidrogeológico) e pátio de estocagem de materiais. Para aterros que recebem resíduos de populações acima de 30 mil habitantes é desejável também muro ou cerca limítrofe, sistema de controle de entrada de resíduos (ex. Balança rodoviária), guarita de entrada, prédio administrativo, oficina e borracharia. Quando atinge o limite de capacidade de armazenagem, o aterro é alvo de um processo de monitoração especifico, e se reunidas às condições, pode albergar um espaço verde ou mesmo um parque de lazer, eliminando assim o efeito estético negativo. Recentemente foi encontrada uma célula produzida em aterros que contribui para o fortalecimento do sistema imunitário, podendo assim contribuir para a cura de muitas doenças. Existem critérios de distância mínima de um aterro sanitário e um curso de água, uma região populosa e assim por diante. No Brasil, recomenda-se distância mínima de um aterro sanitário para um curso de água deve ser de 400m.
     Operação
    A recepção dos resíduos inicia-se com a entrada do veículo de transporte de resíduos no aterro sanitário e a pesagem na balança. Depois de feito o controle na entrada e efetuada a pesagem, o veículo desloca-se até à zona de deposição, avança até à frente de trabalho, procedendo à descarga dos resíduos. Em seguida, o veículo passa pela unidade de lavagem dos rodados (quando houver) e é novamente pesado para a obtenção da tara, de forma a ficar registrado o peso líquido da quantidade de resíduo transportada. A operação segura de um aterro sanitário envolve empilhar e compactar os resíduos sólidos e cobri-lo diariamente com uma camada de solo. A compactação tem como objetivo reduzir a área ocupada e aumentar a área disponível prolongando a vida útil do aterro, ao mesmo tempo que o propicia a firmeza do terreno possibilitando seu uso futuro para outros fins. A cobertura diária do solo evita que os resíduos permaneçam a céu aberto, com possível contato com animais (pássaros) e sujeito a chuva, e também para diminuir a liberação de gases mal cheirosos, bem como a disseminação de doenças.
    CRITÉRIOS PARA ESCOLHA DE ÁREAS DE INSTALAÇÃO DE ATERROS
    Para implementação de aterros leva-se em conta vários aspectos. A ABNT define como critérios básicos de seleção de projetos de aterros os seguintes itens:
    - Zoneamento ambiental - Zoneamento urbano
    - Acessos
    - Vizinhança
    - Economia de transporte
    - Titulação de área escolhida
    - Economia operacional do aterro sanitário
    - Infra-estrutura urbana
    - Bacia e sub-bacia hidrográfica onde o aterro sanitário se localizará
    Deve-se ainda indicar no projeto a localização e características topográficas da respectiva área, além da:
    - Caracterização geológica e geotécnica, a fim de evitar contaminação de corpos d’água, solo, e lençol freático. - Caracterização climatológica relacionando valores mensais de precipitação e evapotranspiração - Caracterização e uso de água e solo.
    Aterros controlados
    O Aterro Controlado é um local onde os resíduos são descartados diretamente no solo (sem nenhuma impermeabilização), porém recebe certo controle para minimizar seus impactos. Na maioria dos casos, eles são apenas um lixão que recebeu algumas adequações com o fim de atender a legislação vigente. A diferença entre estes e os lixões é que eles são cercados para impedir a entrada de pessoas e podem apresentar algum tipo de controle para evitar a poluição, como o monitoramento do lençol freático. Embora não seja uma forma de destinação ideal, costumam ser aceitos pelos órgãos ambientais (isso varia de Estado para Estado) de forma temporária, enquanto o município procura outras formas de destinação. Podemos dizer, então, que os aterros controlados são uma espécie de transição entre os lixões e os aterros sanitários, mas é importante frisar que os aterros controlados são apenas uma forma de minimizar o impacto do descarte de resíduos e atender a legislação não constituindo de forma alguma um meio adequado do ponto de vista ambiental.


    quarta-feira, 30 de abril de 2014

    e
    Descrevendo uma experiência de sucesso  da Escola de Ensino Médio Dragão do Mar,  de Fortaleza.no concurso nacional Curta Histórias.


    O vídeo Lenda de Oxumaré, Igualdade e vencedor da primeira edição do prêmio Curta Histórias, promovido pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi) do Ministério da Educação. Sob o tema Africanidades Brasileiras, concorreram 233 equipes de estudantes e professores de escolas públicas das 27 unidades da Federação.
    Vencedor do júri popular, com 3.353 votos dados pela internet, Lenda de Oxumaré foi criado por estudantes e educadores da Escola de Ensino Médio Dragão do Mar, de Fortaleza.
    O concurso de vídeos foi dirigido a estudantes vinculados aos programas Mais Educação e Ensino Médio Inovador que este ano fizeram trabalhos sobre os temas educomunicação, comunicação e uso de mídias, cultura digital e cinema. Também participaram estudantes da educação básica pública de unidades que participam do Programa Nacional de Inclusão de Jovens (Pro jovem).
     
    Promovido pela Secadi, o prêmio visa a incentivar o surgimento de novos talentos e a estimular atividades pedagógicas audiovisuais de cunho cultural e educativo nas escolas públicas. 
    Com o incentivo, da professora Edilane Lopes e o diretor Breno Ricardo o curta intitulado "A lenda de Oxumaré", os estudantes da EEM Dragão do Mar, uma das participantes do projeto Entrelace, levam o prêmio máximo no concurso nacional Curta Histórias.

     “Curta Histórias é uma premiação voltada aos alunos matriculados na Educação Básica da rede pública de ensino de todo o país”. Criado este ano, o prêmio tem como tema de abertura 'Africanidades Brasileiras'.
    “Esta iniciativa visa incentivar novos talentos e estimular o desenvolvimento das atividades pedagógicas, audiovisuais de cunho cultural e educativo em escolas públicas brasileiras”.
    .
    A produção audiovisual intitulada “A lenda de Oxumaré” dos estudantes Beto Silva, Luiz Fernando, Victor Apoliano, Matheus Moraes, Gislene Silva da EEM Dragão do Mar, uma das participantes do projeto Entrelace, concorre a prêmio no festival Curta Histórias, que “fomenta a produção de filmes curtas-metragens realizados nas escolas das redes públicas. A iniciativa tem como objetivo pensar a história da África e dos africanos no Brasil a partir da representação de crianças e adolescentes”.
    “De  acordo com Neuza Macedo, representante da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi) do Ministério da Educação, a maioria das escolas entendeu o real significado do papel do negro na construção do país. Sobre as técnicas usadas por estudantes e educadores, ela destaca a criatividade. Segundo Neuza, todos mostraram que não é preciso dominar tanto a técnica para desenvolver um bom produto.
    Os alunos das equipe vencedora do concurso — o máximo é de cinco estudantes por equipe — participarão de oficina de formação em cinema e empreendedorismo, com duração de 24 horas. Cada integrante da equipe, assim como o professor, receberá um tablet e um smartphone. À escola dos vencedores caberá um aparelho data show, um DVD, uma filmadora digital e uma câmera fotográfica semiprofissional”.
    Os estudantes José Alberto Rodrigues da Silva, Gislane Ferreira da Silva, Matheus Moraes Nogueira, Claudio Victor Apoliano de Moura e Luiz Fernando Fernandes Patrício, todos da EEM Dragão do Mar, vibram com a repercussão do prêmio no concurso nacional "Curta Histórias". 
    Após vencer o concurso de curta-metragem, os estudantes, a professora Edilane Lopes e o diretor Breno Ricardo participaram de uma oficina de formação em cinema e empreendedorismo em Brasília .
    Nosso objetivo é provocar um novo olhar e uma nova forma de pensar os processos educativos e culturais com crianças, adolescentes, jovens e professores da rede pública de ensino através das tecnologias de informação e comunicação.

    As ações desenvolvidas pela Encine são orientadas pela práxis educativa freireana, não considerando o adolescente como mero “público-alvo”, mas como seres capazes de construir conhecimentos, de agir com a autonomia necessária a uma inserção mais atuante na sociedade. Incentivando sua capacidade de produção, através.  
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     Da Reflexão e do dialogo,


    http://www.entrelace.org.br/page/?id=373&lace=2

     http://www.entrelace.org.br/page/?lace=9&id=5