terça-feira, 29 de outubro de 2013

Leucemia doença hematologica humana





 A  leucemia é uma doença maligna dos glóbulos brancos de origem na maioria das vezes não conhecida..Ela tem como principal característica o acúmulo de células anormais na medula óssea,
O tipo de leucemia mais frequente na criança é a leucemia linfóide aguda , a leucemia melóíde aguda e mais comum em adulto.
Como geralmente não se conhece a causa da leucemia, o tratamento tem o objetivo tem destruir as células leucêmicas,para que a medula óssea volte a produzir células normais.
O grande progresso para obter cura total da leucemia foi conseguido com associação de medicamentos (poliquimoterapia) controle das  complicações infeccioosas e hemorragias, para algumas casos e indicado o transplante de medula óssea.










http://www.youtube.com/watch?v=OrHccXYMLZU acesso 29/10/2013 as 21:40


A leucemia e uma doença maligna dos glóbulos brancos (leucócitos)de origem,na maioria das vezes não conhecida,ela tem como principal característica o acumulo de células jovens.
Os principais sintomas da leucemia decorrem do acumulo dessa células na medula óssea prejudicando ou impedindo a produção dos glóbulos vermelhos.



DOENÇAS HEMATOLÓGICAS do sangue


Leucemias
        O sangue é composto por uma porção líquida, o plasma, e de células (elementos figurados) de três tipos básicos: os glóbulos vermelhos (hemácias), glóbulos brancos (leucócitos) e as plaquetas. Estas células passam por diversos estágios de desenvolvimento, antes de atingirem a maturidade. As leucemias são os tumores derivados destas células precursoras, que ainda não atingiram a maturidade.
        A observação das células anômalas em um hemograma (blastos), ou o predomínio excessivo de um determinado tipo celular (linfócitos, precursores de neutrófilos) sugerem uma leucemia. Em todos os casos se fazem necessários exames de medula óssea (mielograma, biópsia) para confirmações, sendo ainda freqüentemente necessários outros estudos complementares, como a imunofenotipagem e a citogenética (cariótipo). Toda a investigação e tratamento devem ser conduzidos pelo médico hematologista.
        As leucemias dividem-se basicamente em agudas e crônicas, e em mielóides e linfóides. Portanto, temos 4 tipos principais:
  • Leucemia Mielóide Aguda: é uma doença geralmente bastante grave, agressiva, que pode causar queda no número de glóbulos brancos, de glóbulos vermelhos (anemia) e das plaquetas; ou ainda elevação de glóbulos brancos com presença de células imaturas. Pode atingir qualquer faixa etária. O paciente muitas vezes apresenta infecções, sangramentos, febre e cansaço. O tratamento consiste de quimioterapia, transfusões de sangue e plaquetas, antibióticos, em geral sendo necessária internação. Em determinados casos há indicação de transplante de medula óssea;
  • Leucemia Linfóide Aguda: é a leucemia mais comum na infância, quando tem excelente prognóstico. Pode, porém atingir também outra faixas etárias. Como a anterior, pode também ser uma doença agressiva, ocasionando os mesmos transtornos sanguíneos e clínicos. Também seu tratamento inclui quimioterapia (em geral prolongada), tranfusões e antibióticos, entre outros. Em alguns casos pode ser necessário o transplante de medula óssea;
  • Leucemia Mielóide Crônica: doenças mais comum após os 50 anos, é bastante indolente, em geral manifestando-se com um acentuado aumento dos leucócitos e às vezes de plaquetas. Geralmente o paciente tem poucos sintomas; um deles pode ser desconforto abdominal, por aumento do baço. O tratamento inclui quimioterapia oral, alfa-interferon, e atualmente o novo medicamento STI571 (mesilato de imatinib). O transplante de medula óssea é uma alternativa terapêutica que pode ser curativa;
  • Leucemia Linfóide Crônica: doença em geral observada nos idosos, é bastante indolente na maioria dos casos, causando poucos sintomas. Às vezes a suspeita vem de um hemograma solicitado apenas para um "check up" periódico ou pré-operatório. Em alguns casos, porém, pode ser mais agressiva, causando aumento do fígado, baço e gânglios linfáticos ("ínguas"), sudorese, febre e perda de peso. No sangue em geral há um aumento acentuado do número de linfócitos (um dos subtipos de glóbulos brancos). O tratamento nem sempre é necessário, pois em casos iniciais não leva a benefício algum, conforme comprovado no mundo todo por inúmeras publicações. Quando indicado, inclui quimioterapia (oral ou venosa), antibióticos, e às vezes transfusões, corticóides e imunoglobulinas.
Linfomas
        Os linfomas são tumores que se desenvolvem a partir de gânglios linfáticos, ou de áreas que contenham células semelhamentes às dos gânglios (p. ex., intestino, estômago, vias aéreas, etc.). Um ou mais gânglios aumentados (popularmente chamados de "ínguas"), não dolorosos, às vezes acompanhado de febre, suores noturnos e perda de peso compõem o quadro clínico mais comum destas doenças. Podem surgir em qualquer idade, e em alguns raros casos atingir outros órgãos (pulmão, sistema nervoso, pele). Mais comumente restringem-se aos gânglios linfáticos, baço e fígado, e esporadicamente infiltram a medula óssea.
        O termo genérico "linfoma" na verdade engloba uma ampla gama de tumores do sistema imunológico, dividindo-se basicamente em 2 grupos: linfomas não-Hodgkin (LNH) e linfomas de Hodgkin (LH). Em todos os casos o diagnóstico exige confirmações através de biópsia na área envolvida, complementada sempre que possível por imunohistoquímica. Uma vez confirmado, é realizada uma série de exames para o estadiamento tumoral, que visa avaliar a extensão da doença. Entre estes exames, tomografias, ultrassonografias, biópsia de medula óssea e exames de sangue (DHL, albumina,etc.).
        O tratamento dos linfomas é muito diversificado, de acordo com o subtipo identificado, e deve ser conduzido por um hematologista. Atualmente, além da quimioterapia convencional, do suporte transfusional e de antibióticos, existem outras alternativas de grande importância, como os anticorpos monoclonais, medicamentos que combatem seletivamente as células cancerosas com mínimos efeitos colaterais. Uma opção cada vez mais usada e fundamental no tratamento de linfomas é o transplante autólogo de medula óssea (TAMO). Consiste na coleta de células medulares (através de um processo denominado aférese) durante o período de controle (remissão) do tumor, sendo estas células congeladas a seguir. Posteriormente, o paciente submete-se a altas doses de quimioterapia, visando eliminar totalmente qualquer resíduo tumoral. Tais doses poderiam provocar danos muito profundos à sua medula óssea; nesta etapa é então devolvida a ele sua medula anteriormente coletada e congelada, o que leva rapidamente à sua recuperação, concretizando o TAMO. Este procedimento permite, portanto, o uso de quimioterapia em doses bem maiores que as convencionais sem prejuízo ao paciente, elevando acentuadamente suas possibilidades de sucesso terapêutico. Deve ser realizado por hematologista com experiência na área.
Mieloma múltiplo e Plasmocitomas
        O mieloma múltiplo é um tumor originário da medula óssea, a partir do crescimento anômalo de uma das células do sistema imunológico, o plasmócito. É uma doença observada comumente após os 50 anos. A doença provoca geralmente destruição óssea, levando à dor e às vezes fraturas e pequenos traumas. As células tumorais produzem uma proteína anormal (gamaglobulina monoclonal), que pode ser detectada no sangue e na urina. Esta proteína em excesso, aliada a um aumento dos níveis de ácido úrico e cálcio (pela lesão óssea), provoca um dano aos rins, progressivo e grave. A situação pode ser piorada se há infecções, devido à paulatina queda de imunidade do paciente. Com a medula óssea afetada e os rins danificados, e lembrando que estes têm uma função essencial no estímulo da produção dos glóbulos vermelhos, a grande maioria dos pacientes acaba apresentando anemia.
        O mieloma nem sempre atinge todo o esqueleto. Quando localizado em um único osso é chamado plasmocitoma solitário. Se localizado em uma área fora do esqueleto (p.ex., intestino, pulmão, seios da face, faringe), chamamos plasmocitoma extra-medular.
        O diagnóstico do mieloma é complexo, e exige a confirmação da presença dos plasmócitos anômalos, seja por biópsia da área afetada, seja por punção da meduçla óssea (mielograma). Deve-se ainda demonstrar a presença da proteína anormal e/ou as lesões ósseas. Há tabelas com critérios diagnósticos específicos, e outras para estadiamento da doença, que permitem avaliar sua extensão e seu prognóstico.
        O tratamento do mieloma múltiplo deve ser conduzido por um médico hematologista, e envolve o controle da anemia, das lesões ósseas, da insuficiência renal, e o combate direto às células tumorais. Este é realizado através da quimioterapia (oral ou venosa) e, quando possível, do transplante autólogo de medula óssea (TAMO), elemento terapêutico importantíssimo no tratamento dessa doença, levando a um ganho na sobrevida e na qualidade de vida. Em certos casos, há indicação ainda de outras alternativas, como a talidomida oral e a radioterapia. Apesar de todas estas opções, na maioria das vezes o mieloma é passível de controle prolongado, mas raramente de cura definitiva.
Fonte: Serviço de Hematologia e Hemoterapia-http://www.shhsjc.com.br/siteshh.htm




Fonte: PORTAL EDUCAÇÃO -  
http://www.portaleducacao.com.br/farmacia/artigos/286/doencas-hematologicas#ixzz2j9d9OEG3 acesso29/10/2013 as 19:54hs

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Video Tecido Muscular


A contração muscular,o músculo esquelético  e responsável por diversas atividades,como andar até expressa sentimentos :sentimentos muitas vezes violentos ou  sublimes.O músculo cárdico forma as paredes do coração sua função, e bombear sangue para o corpo levar oxigênio e nutrientes para células. O tecido muscular liso , responsável em contrair e relaxar  permitindo a diminuição ou aumento dos diametros dos vasos.


disponivel acessottp://www.youtube.com/watch?v=xsKtR8TsyMQ

Tipos de tecidos


Nos animais vertebrados há quatro grandes grupos de tecidosmuscularnervosooconjuntivo (abrangendo também os tecidos ósseo, cartilaginoso e sanguíneo) e o epitelial, constituindo subtipos específicos que irão formar os órgãos e sistemas corporais.

Por exemplo: O sangue é considerado um tecido conjuntivo, com diversificadas células (as hemácias, os leucócitos e as plaquetas) e o plasma (água, sais minerais e diversas proteínas).
Nos invertebrados estes tipos de tecido são basicamente os mesmos, porém com organizações mais simples. A maioria dos tecidos além de serem compostos de células, apresentam entre elas substâncias intracelulares (intersticiais).



Especificação dos tecidos básicos

Epitélio → revestimento da superfície externa do corpo (pele), os órgãos (fígado, pulmão e rins) e as cavidades corporais internas;
Conjuntivo → constituído por células e abundante matriz extracelulas, com função de preenchimento, sustentação e transporte de substâncias;

Muscular → constituído por células com propriedades contráteis;

Nervoso → formado por células que constituem o sistema nervoso central e periférico (o cérebro, a medula espinhal e os nervos).



Epitélios de revestimento

Funciona como uma membrana que isola o organismo, ou parte dele, do meio externo. Está relacionado ao revestimento e proteção de superfícies externas (por exemplo, na pele) e internas (por exemplo, no estômago). Atua, também, na absorção de substâncias, na secreção de diversos produtos, na remoção de impurezas e pode conter vários tipos de receptores sensoriais (notadamente na pele).

Pele: Órgão de contato
Nos vertebrados, a pele é importante órgão de contato com o meio. A conquista do ambiente terrestre pelos vertebrados tornou-se possível, entre outras coisas, a partir do isolamento e proteção do corpo e de mecanismos de relação do ser vivo com o meio. O tato, a visão, a olfação, a gustação e a audição são úteis no relacionamento do animal com o ambiente. A pele, órgão responsável pelas sensações táteis, apresenta diferentes tipos de “sensores”, que registram e informam ao ser vivo variações de temperatura (calor ou frio) e pressão (toques, choques, pancadas). A pele é, ainda, importante órgão de defesa contra diversos tipos de agentes infecciosos.

Tecido Epitelial de Revestimento Pluriestratificado Pavimentoso Queratinizado. Microscopia óptica. (E) Epiderme, (D) Derme, (SC) Células queratinizadas e cera.
Considerando o corpo inteiro, a pele de uma pessoa chega a pesar 5 Kg e tem uma área total de 18 m2. É, portanto o maior órgão do nosso corpo.

A histologia da pele
Nos mamíferos, a pele é órgão composto por duas camadas: epiderme e derme.
A epiderme é um tecido epitelial pluriestratificado. É formada por estratos (ou camadas), dos quais destacam-se o estrato basal (também chamado de estrato germinativo), que fica apoiado na derme e é formado por células de aspecto cúbico. Nessa camada é intensa a atividade de divisão celular mitótica, que repõe constantemente as células perdidas no desgaste diário a que a superfície desse tecido está sujeito. À medida que novas células são formadas, elas vão sendo “empurradas” para formar as demais células, até ficarem expostas na superfície da pele.
derme é uma camada formada por tecido conjuntivo do tipo denso, cujas fibras ficam orientadas em diversas direções. Vários tipos de células são encontrados, destacando-se os fibroblastos e os macrófagos. Nervos, terminações nervosas, diferentes tipos de corpúsculos sensoriais e uma ampla rede de capilares sangüíneos cruzam a derme em várias direções. Ela é um importante tecido de manutenção e de apoio. Os nutrientes existentes no sangue difundem-se para as células epidérmicas.
Nos mamíferos, a derme é atravessada por finas faixas de células musculares, os músculos eretores dos pêlos, cuja contração é involuntária e permite aumentar a camada de ar retirada entre os pêlos, que contribui para o isolamento térmico. Mecanismo semelhante ocorre nas aves, com as penas.
Abaixo da derme, há uma camada de tecido conjuntivo frouxo, o tecido celular subcutâneo (também conhecido como tela subcutânea e hipoderme), que não faz parte da pele, mas estabelece a sua ligação com as estruturas adjacentes, permitindo o seu deslizamento. Em determinadas regiões do corpo, a hipoderme contém um número variável de camadas de células adiposas, formando o panículo adiposo (o popular “toucinho de porco”), importante como reserva de energia, isolante térmico e facilitador da flutuação na água.

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

BARRIGA DE ALUGUEL
O que é?
    É um termo popular, utilizado para designar a gravidez por substituição, na qual uma mulher aceita engravidar com o objetivo de dar a luz a uma criança a ser criada por outros. O acordo entre os participantes  recebe o nome de contrato de gestação. Dessa forma o bebê pode ser filho biológico da gestante ou pode ser fruto da fertilização do óvulo, em laboratório, com posterior implantação no útero.

                                                
                                              http://galileu.globo.com/edic/126

Quais as técnicas utilizadas para essa gravidez?

    A técnica mais simples é a de inseminação artificial, chamada de fertilização “in vivo”. Essa técnica consiste de uma estimulação ovariana, para provocar a ovulação. É feita através de hormônios de forma controlada para não ocorrer uma hiperestimulação e conseqüente gravidez múltipla. Associado à estimulação ovariana, os espermatozóides são selecionados em laboratório e separados do líquido seminal que é substituído por um meio de cultura adequado.
    Os espermatozóides são injetados no útero da mulher. O que ocorre da seguinte forma: A paciente fica em posição ginecológica e o médico coloca um especulo (aparelho utilizado para exames ginecológicos) na vagina. Após desinfecção do orifício do colo do útero, um cateter é introduzido até o interior do útero, onde se injeta o concentrado de espermatozóide previamente selecionado. Após a injeção de espermatozóide o cateter é retirado. Não é necessário repouso além de 30 minutos que se seguem à inseminação.
Caso os gametas sejam do casal, a inseminação é chamada de Homóloga, caso os gametas sejam de outro casal, a inseminação é chamada de Heteróloga.
    Outra técnica mais moderna é a fertilização “in vitro”, na qual o embrião é formado fora do corpo da mulher. Esta consiste da inoculação de um espermatozóide no interior de um ovócito, seguida da transferência via vaginal do embrião (pré-formado) no útero                             
FERTILIZAÇÃO IN VITRO
O que é?
A fertilização in vitro (FIV) consiste em promover o encontro do ovócito II, popularmente denominado óvulo, com os espermatozóides fora do organismo da mulher. Em condições normais, esse encontro ocorre na tuba uterina.
Quais as modalidades de fertilização in vitro?
Existem duas modalidades:                                                                                    
  • FIV convencional - Os espermatozóides são colocados junto aos ovócitos em um ambiente que simula as trompas.
  • ICSI (do inglês: intra cytoplasmic sperm injection) - Consiste na injeção de um espermatozóide dentro do ovócito com auxílio de uma micropipeta e de um microscópio, quando sabe-se que não é possível ou é mínima a chance do espermatozóide fertilizá-lo por conta própria.
1 2
Fig 1 e 2 (ICSI)        Fig 1-needle: agulha; sperm:espermatozóide; egg cell: célula ovo
Quais são as etapas da FIV?
            O primeiro passo consiste em estimular os ovários a produzirem mais ovócitos no ciclo ovulatório de tratamento. Este é totalmente controlado pelo médico, que orientará a paciente sobre cada medicação a ser utilizada. O preparo do ovário é monitorado por ultra-som que mostra, através do desenvolvimento dos folículos ovarianos, o momento certo da coleta dos ovócitos. Em seguida ocorre, então, a retirada dos ovócitos. O sêmen é coletado e processado no mesmo dia para que os espermatozóides possam ser colocados junto aos ovócitos (FIV convencional) ou injetados nos mesmos (ICSI). No terceiro dia após a coleta os embriões são transferidos para o útero da paciente.
Morfologia do pré-embrião humano.                 http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?199
A. Zigoto; B. Com 2 células; C. Com quatro células; D. Com oito células;                       E. Blastocisto (fase de implantação do embrião no útero)
 Quando é indicado?
A experiência inicial com a FIV teve como indicação principal as patologias tubárias sem possibilidade de correção cirúrgica. Posteriormente e de maneira progressiva, a partir do estabelecimento de melhores condições de cultivo, da otimização do processo de estimulação ovariana e da obtenção de ovócitos, que em conjunto determinaram a eficácia do procedimento, viu-se a expansão das indicações. Assim foi que, outras causas de infertilidade feminina e até mesmo algumas masculinas tiveram seu tratamento viabilizado por meio da FIV.                                                  Algumas das indicações de FIV:
• Ausência ou obstrução tubária
• Endometriose severa (presença do endométrio fora do útero)
• Fator masculino moderado
• Disovulias e/ou anovulias em falha de tratamentos anteriores
• Infertilidade sem causa aparente (falha de tratamento(s) prévio(s))
• Falência ovariana (programa de ovodoação)
 Um pouco mais sobre ICSI 
 Na técnia de ICSI, utiliza-se um microscópio potente e micromanipuladores capazes de segurar um único ovócito na extremidade de uma delicada pipeta de sucção e através de outra pipeta promove-se a penetração do espermatozóide selecionado para dentro do ovócito. A ICSI veio solucionar a maioria dos casos de infertilidade masculina e também alguns casos de infertilidade sem causa aparente, quando a fertilização não ocorreu por metodologia mais simples.
   
  1. À esquerda pipeta que segura o ovócito, à direita pipeta que irá injetar o espermatozóide (seta mostra espermatozóide dentro da pipeta injetora)
  2. Pipeta injetora penetrando no ovócito
  3. Pipeta injetora dentro do ovócito
  4. Pipeta injetora sendo retirada do ovócito
  5. Ovócito após a injeção
Qual o risco de gravidez múltipla por FIV e quais os perigos relacionados ?
 O Brasil é um dos campeões do mundo em gravidez múltipla: 42% das gestações por FIV resultam em gêmeos, trigêmeos, quadrigêmeos e quíntuplos. A gravidez de triplos ou mais não é uma boa prática e deve ser evitada a todo custo. A gestação múltipla causa inúmeras patologias maternal, fetal e neonatal. Nesses casos, há mais chances de a gestante ter pré-eclâmpsia, tromboembolismo e diabetes gestacional. O bebê pode nascer com baixo peso, má-formação congênita e complicações cerebrais.
Esse assunto foi um dos mais debatidos no congresso da Sociedade Européia de Embriologia e Reprodução Humana, ocorrido em Copenhague. Segundo estudos apresentados, 70% dos ciclos de FIV promovidos por clínicas européias envolvem hoje a transferência de um único embrião. O fator financeiro é hoje um grande empecilho para que a FIV com um único embrião seja viável no Brasil tanto nos serviços públicos como nos privados devido à maior probabilidade de falhas do método nas primeiras tentativas e à necessidade de repetições. Além disso, a utilização de apenas um embrião e a ocorrência de falhas decorrentes disso ocasiona desespero em alguns casais e descrença quanto à validade da transferência de menos embriões.
 Referências Bibliográficas
http://clipping.planejamento.gov.br/Noticias.asp?NOTCod=202656
http://www.gineco.com.br/infert10.htm
http://www.materdei.com.br/qvc/informacoes/fiv.jsp
http://www.abdelmassih.com.br
http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?199

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Um fotógrafo que fez a cobertura de uma intervenção cirúrgica para espinha bífida, realizada dentro do útero materno num feto de apenas 21 semanas de gestação, numa autêntica proeza médica, nunca imaginou que a sua máquina fotográfica iria registar talvez o grito a favor da vida mais eloqüente conhecido até hoje.
Enquanto Paul Harris cobria, na Universidade de Vanderbilt em Nashville, Tennessee, aquilo que considerou uma das boas notícias no desenvolvimento deste tipo de cirurgias, captou o momento em que o bebê tirou sua mão pequena do interior do útero da mãe, tentando segurar um dos dedos do doutor que estava a operá-lo.
A espetacular fotografia foi publicada por vários jornais nos Estados Unidos, e cruzou o mundo até chegar à Irlanda, onde se tornou uma das mais fortes bandeiras contra a legalização do aborto. A mão pequena que comoveu o mundo pertence a Samuel Alexander Armas, nascido a 2 de dezembro de 1999 (no dia da foto ele tinha 21 semanas de gestação). Quando pensamos bem nisto, a foto é ainda mais eloquente. A vida do bebê está literalmente por um fio; os especialistas sabiam que não conseguiriam mantê-lo vivo fora do útero materno e que deveriam tratá-lo lá dentro, corrigir a anomalia fatal e fechá-lo para que o bebê continuasse seu crescimento normalmente.
Por tudo isto, a imagem foi considerada como uma das fotografias médicas mais importantes dos últimos tempos e uma recordação de uma das operações mais extraordinárias efetuadas no mundo.
A história por trás da imagem é ainda mais impressionante, pois reflete a luta e a experiência passadas por um casal que decidiu esgotar todas as possibilidades, até o último recurso, para salvar a vida do seu primeiro filho.
Essa é a odisséia de Julie e Alex Arms, que moram na Geórgia, Estados Unidos. Eles lutaram durante muito tempo para ter um bebê. Julie, enfermeira de 27 anos de idade, sofreu dois abortos antes de ficar grávida do pequeno Samuel. Porém, quando, completou 14 semanas de gestação, começou a sofrer câimbras fortes, e um teste de ultra-som mostrou as razões. Quando foi revelada a forma do cérebro e a posição do bebê no útero, o teste comprovou problemas sérios.
O cérebro de Samuel estava mal-formado e a espinha dorsal também mostrou anomalias.
O diagnóstico, como já era esperado, foi de que o bebê sofria de espinha bífida e eles poderiam decidir entre um aborto ou um filho com sérias incapacidades.
De acordo com Alex, 28 anos, engenheiro aeronáutico, eles sentiram-se destruídos pelas notícias, mas o aborto nunca seria uma opção. Em vez de se deixar ir abaixo, o casal decidiu procurar uma solução pelos seus próprios meios e foi então que ambos começaram a procurar ajuda através da Internet. A mãe de Julie encontrou uma página que trazia detalhes de uma cirurgia fetal experimental desenvolvido por uma equipa da Universidade de Vanderbilt. Deste modo, entraram em contato com o Dr. Joseph Bruner (cujo dedo Samuel segura na foto) e começou uma corrida contra o tempo.
Uma espinha dorsal bífida pode levar a danos cerebrais, gerar paralisias diversas e até mesmo uma incapacidade total. Porém, quando pode ser corrigido antes de o bebê nascer, muitas são as chances de cura. Apesar do grande risco por o bebê não poder nascer ainda naquele momento, os Arms decidiram recomendá-lo a Deus. A operação foi um sucesso. Nela, os médicos puderam tratar o bebê, cujo tamanho não era maior do que o de um porquinho da índia - sem o tirar do útero, fechar a abertura originada pela deformação e proteger a coluna vertebral de modo a que os sinais vitais nervosos pudessem ir agora para o cérebro.
Samuel tornou-se o paciente mais jovem que foi submetido a esse tipo de intervenção e é perfeitamente possível que um dia Samuel Alexander Armas aperte novamente a mão do médico Bruner.
Samuel nasceu numa quinta-feira, 2 de dezembro, às 18:25 h no Northside Hospital, após 35 semanas de gestação, e foi para casa no dia 6 desse mesmo mês.

CÉLULAS TRONCO
 O que são?
São células que possuem a capacidade de se dividir dando origem a células semelhantes às progenitoras e a outros tecidos do corpo, comoossosnervosmúsculos e sangue. Por esse motivo as células-tronco são importantes, principalmente na recuperação de tecidos danificados por doenças cardiovascularesneurodegenerativas,diabetes tipo-1, acidentes vasculares cerebrais, doenças hematológicas, traumas da medula espinhal e nefropatias. 
                            
www.incl.rj.gov.br

O que é a clonagem por divisão embrionária?

            Além da técnica de clonagem reprodutiva supracitada, que recebe o nome de transferência nuclear, pode-se obter um clone humano separando-se as células de um embrião em seu estágio inicial de multiplicação celular, células estas totipotentes. Esta outra técnica é conhecida como divisão embrionária.
No caso da divisão embrionária, a separação provocada das novas células de um embrião produz simultaneamente novos indivíduos geneticamente idênticos, porém diferentes de qualquer outro existente, por exemplo, como ocorre na natureza, quando da geração de gêmeos univitelinos.
No caso da transferência nuclear se reproduz assexuadamente um indivíduo igual ao outro previamente existente, como foi realizado no caso da ovelha Dolly, ou com a mesma constituição genética de um embrião ou feto. Neste último caso, poderá ocorrer a interferência do genoma mitocondrial do sujeito que doou o óvulo para a reprodução clônica, o que poderá resultar em pequenas diferenças genéticas entre o sujeito clonado e o clone.
                                                                                                         


















Anexos Embrionários